O preconceito que mais os prejudica é o que nasce no ambiente de trabalho, familiar ou social?
A homossexualidade, até meados da década de 1990, foi classificada, de acordo com a organização mundia da saúde (OMS), como um transtorno tipicamente mental. Apenas en 17 de maio de 1990 a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças e declarou que "A homossexualidade não constitui doença, nem desturbio e nem perversão." desta forma, deu -se fim a um ciclo de 2.000 anos em que a cultura mundial enacrou o desejo sexual por indivíduos do mesmo sexo primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença.
A pesar das mudanças promovidadas pela OMS há quase 20 anos, homossexuais, bissexuais e travestis ainda sofrem cotidianamente as consequências da homofobia, definida clinicamente como o medo, a aversão ou o ódio inrracional de homossexual. Tal aversão se manifesta de diversas maneiras e, não muito raro, de forma generalizada. É comum, por exemplo o relato de indivíduos que dizem sofrer preconceito no ambiente de trabalho, dentro de casa, na igreja que frequentão, na escola, etc. Mas existem formas ainda mais graves de homofobia, que resultam em ações de violência verbal e física. Esta última, apesar de o Brasil se autorrotular livre de preconceitos, é a manifestação mais corriqueira. Segundo dados da OMS, em média, uma homossexual e assassinado no País a cada 2 dias: Ou seja, a homofobia brasileira faz quase 200 vítimas por ano.
Procurando amenizar a situação e relembrar que homossexualidade NÃO é doença, o dia 17 de maio é marcado por protestos e denúncias nop mundo inteiro, quando um numero crescente de atividades e movimentos são realizados com o propósito de dar cabo às diferenças com relação à orientação sexual.
Extarido do site fala que eu te escuto da I.U.R.D

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